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MARIA HELENA CRUZ DE CAMARGO ARANHA

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MARIA HELENA CRUZ DE CAMARGO ARANHA

“Comecei a fazer exercícios, hidroginástica, drenagem linfática. A minha cabeça estava direcionada para a vitória”

 

Fui uma criança gordinha, esse fato só aumentou com o tempo.

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Pelo mundo à fora fiz diversas dietas com acompanhamento médico, mas quando tudo terminava e eu estava com um peso legal, os meses se passavam e eu engordava até que me tornei uma obesa. Comia compulsivamente.

Escondia na comida as minhas frustrações. Tornou-se um círculo vicioso: comia, ficava chateada, comia mais ainda; muitas guloseimas: chocolates, balas, doces e comida. Era infeliz e tornei-me uma pessoa desligada de tudo. Não fazia nada para melhorar o problema, só queria ficar em casa, por que não gostava de ouvir gracejos como: não cabe no elevador, etc. Roupas só feias. Passei cada vez mais a me dedicar ao meu trabalho de artista plástica, ver TV e me esparramar no sofá. Qualquer palavra que me diziam mesmo por bem, que hoje eu sei, eu não gostava de ouvir. Até que um dia depois de ler muito sobre obesidade, assistir à programa de TV. Tomei uma decisão. Eu queria tentar um tratamento, pois sou como sou moça, achei que mesmo assim poderia ter muitos problemas de saúde, foi aí que meu médico, nosso amigo me indicou o Prof. Dr. Bruno. Fiz a primeira consulta e logo disse a ele que queria fazer uma cirurgia bariátrica, mas que fosse a colocação de uma banda gástrica, pois não gosto de nada muito agressivo.

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A cirurgia foi feita dia 11 de fevereiro de 2005. Os meses seguintes foram difíceis. Os primeiros quinze dias foram decisivos. Lutei. Comecei a fazer exercícios, hidroginástica, drenagem linfática. A minha cabeça estava direcionada para a vitória.

Os primeiros resultados apareceram logo. O Prof. Dr. Bruno foi muito incentivador, bem como a minha mãe e amigos, cunhada e afilhada. Passou-se um ano e eu já tinha emagrecido quase tudo, foi então necessário a 1º plástica.

Conheci então o Dr. João Gabrielli que na consulta entendeu bem o que eu desejava, e me operou dia 22 de fevereiro de 2006. kkkk plástica, com colocação de prótese de silicone e abdômen plástica. Ficou ótimo do jeito que eu imaginei.

Tornei-me outra pessoa, adquiri a auto-estima que havia perdido, estava feliz e de bem com a vida.

A equipe médica foi ótima, e o resultado extremamente satisfatório.

Quanto à plástica as 1º semanas foram mais complicadas, devido à posição para dormir e fiquei dependente de outras pessoas. Mas hoje quase três meses depois estou ótima, sinto-me bem, com muita disposição e posso garantir que valeu a pena.

ENTREVISTA

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  1. Conte de sua vida antes da cirurgia?

    Com pouquíssimas palavras acredito que até resumidamente. Eu era infeliz, desiludida, com vergonha de me olhar no espelho, de sair de casa, de ir ao shopping. Gostava muito de comprar roupas, mas não podia. O esporte predileto era sofá e levantamento de garfo, entre outras coisas que me deixaram sem motivação para viver.

  2. Como conheceu a Gastromed?

    Através de um médico cardiologista que trata minha família a muitos anos, que pessoalmente não conheço nenhum dos médios do corpo clínico da Gastromed a não ser por nome e através de seus pacientes.

  3. A que tipo de cirurgia se submeteu? Foi difícil tomar essa decisão?

    Banda gástrica. Foi difícil. Lia muitas revistas, assistia muito ao Discovery Healt, programa em referência a obesidade. Mas acho que chegou ao limite máximo não quero mais ser gorda, você queria se olhar no espelho e gostar, meu sonho era dormir gorda e amanhecer magra, inclusive tinha tristeza de olhar para os magros.

  4. Como foi pós-cirúrgico? Quais as principais dificuldades?

    Tenho enxaqueca então no dia seguinte tive, só podia tomar líquido senti como se minha cabeça fosse explodir, tirando este detalhe levantei logo, fui pra casa rápido, mas apenas com 20 dias já estava fazendo exercícios.

  5. Dificuldades:

    Acredito que a única foi passar um dia tomando líquidos, pois de resto foi tudo bem. A recuperação foi excelente sem contar as mágicas que ocorreram, tinha dores nas pernas devido ao excesso de peso, esta sumiu no pós-cirúrgico.

  6. O que não conseguia fazer porque o excesso de peso não permitia e hoje consegue?

    Exercício físico, andar em público, comprar roupas, ir ao cinema etc. Praticamente eu era uma ostra fechada na concha não me relacionava com as pessoas e hoje faço tudo isso com muita segurança.

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  7. Quanto você pesava antes da cirurgia? Quantos quilos perdeu?

    121 kg. Tenho 1,65. Perdi 60 Kg em 1 ano.

  8. Quais os seus planos para o futuro?

    Viver

  9. Recomenda esta cirurgia para pessoas com problemas semelhantes ao seu?

    Sim


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